O atraso impede fazer o inventário?
O fato de o inventário não ter sido iniciado logo após o falecimento não significa, por si só, que a regularização deixou de ser possível. Entretanto, o tempo pode acrescentar questões documentais, fiscais e patrimoniais que precisam ser verificadas.
Por isso, quanto mais antigo o falecimento, mais importante é reconstruir com cuidado a situação dos herdeiros e dos bens.
O que costuma complicar casos antigos?
Documentos podem estar desatualizados, imóveis podem ter sofrido alterações, herdeiros podem ter mudado de estado civil ou até falecido, e podem surgir sucessões em sequência.
A análise jurídica organiza essa linha do tempo para definir quais providências serão necessárias.
Comece pelo levantamento, não pelo improviso
Antes de emitir certidões aleatoriamente, é melhor identificar os fatos essenciais: data do falecimento, composição familiar, bens conhecidos, existência de inventário anterior e situação atual dos registros.
Com esse mapa inicial, fica mais claro quais documentos realmente precisam ser buscados.

